Produtos ecológicos. Coleção Identidade. Todeschini.

Verena Rajado. Produto ecológico, o padrão é utilizado em frentes de cozinhas. A Coleção Identidade da Todeschini imprime o conceito de sustentabilidade também ao padrão Verena Rajado.

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O produto ecológico é feito a partir de Polietileno Tereftalato (PET) e apresenta textura – grande aposta da Coleção. O revestimento é aplicado sobre as peças em MDF, conformando cada uma delas sem deixar emendas. O Verena Rajado destaca-se pelo toque com textura. A técnica prima pela preservação do meio ambiente, pois utiliza plástico que pode ser reaproveitado pela indústria, atendendo as exigências brasileiras.

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Dicas para o deck e o pátio perfeito.

A parte externa da casa deve ser acolhedora, inspiradora e de preferência cheia de natureza. Eles são o prolongamento de uma casa em termos decorativos e práticos, além de ser um espaço ao ar livre onde se pode dar dois dedos de conversa, fazer refeições, receber convidados, brincar com os miúdos ou relaxar e ler um livro.

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1. Localização.

Por norma, existe a tendência de definir o pátio muito próximo da porta de acesso à casa, o que não deixa de ser correto, principalmente se esse espaço vai servir, principalmente, como local de refeições. No entanto, explore outras possibilidades: talvez um recanto à sombra ao fundo do jardim seria o ideal para criar uma zona de lounge com almofadas de chão e mesas baixinhas; ou até tenha espaço suficiente para criar uma zona de refeição e outra de lounge. Outros factores a ter em consideração antes de delinear o local perfeito para um pátio é a existência de exposição solar ou não; a proximidade de plantas e árvores delicadas; se é uma zona ruidosa (próxima da estrada ou da casa dos vizinhos); as vistas do e para o pátio, em torno da piscina ou afastada da mesma…

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2. Dimensão.

Um agradável pátio com duas poltronas almofadadas e uma mesa em verga pode parecer o ambiente ideal para um casal desfrutar os fins-de-semana de Verão ao ar livre mas… e se quiser dar uma festa e receber mais pessoas? É importante perceber se precisa de um pátio multi-funcional ou não – pretende um espaço para relaxar sozinho, para acomodar a família de quatro pessoas numa refeição e para fazer um churrasco ocasional? A dimensão de um pátio é sempre uma decisão pessoal, por isso, saiba que um bom ponto de partida é um espaço de 3m x 6m: a partir daqui, utilize bancos, cadeiras e mesas que já tem (traga do interior se necessário) para criar um layout visualmente agradável e funcional. Pode sempre delinear mais do que um espaço ou delimitar um único ambiente com plantas em vasos enormes que podem ser afastados quando tiver convidados. Este processo é também importante para perceber a quantidade e as dimensões do mobiliário a adquirir.

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3. Matéria-prima.

Um espaço de convívio ao ar livre – principalmente um que tiver mobiliário – requer um chão estável, seguro e prático. Tradicionalmente, os pátios são construídos com recurso a cimento, tijolo, ardósia, madeira (estilo deck) ou outro tipo de pavimento especialmente concebido para o ar livre. Enquanto extensão da casa e elemento de destaque num jardim, é importante que a matéria-prima utilizada para construir o pátio seja condizente com o estilo e cores já existentes na casa. Em adição, pode recorrer a árvores, arbustos, plantas e flores para permitir uma relação harmoniosa entre pátio e jardim.

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4. Mobília à medida.

O maior investimento num pátio deve ser canalizado para o mobiliário porque, para além de ser bonito e confortável, deve resistir às condições meteorológicas, bem como à passagem do tempo e do uso. Juntamente com as cadeiras, bancos, cadeirões, sofás e mesas, deve considerar outras peças chave como os guarda-sóis, toldos ou outro tipo de cobertura; grelhador, iluminação e, porque não, uma fonte de água, som ambiente ou uma agradável lareira para as noites mais frias!?

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5. Detalhes decorativos.

Pode e deve decorar um espaço exterior com a mesma paixão e estilo que dedica a um ambiente interior. Existem cada vez mais propostas de elementos especificamente desenhados para a vida ao ar livre, o que significa que a dificuldade é mesmo escolher entre têxteis coloridos como almofadas para as cadeiras, mantas para os sofás, pufs, camas de rede, cortinas ou um tapete; espanta-espíritos, velas, lanternas e lamparinas; entre outros objetos puramente decorativos. Fonte Eudecoro.

Uma casa no campo nada modesta…

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Para nossa tarde se encher de inspiração!!! Localizada em uma zona rural da Alemanha, a casa Hafner é ao lar dos sonhos de qualquer amante da natureza e da arquitetura.

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Com um design arrojado e super elegante, a residência – projetada pelo estúdio Hornung and Jacobi – possui boa parte de sua estrutura coberta por vidros, integrando assim a vegetação ao redor à sua estrutura.

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As linhas minimalistas também não agridem a paisagem natural, fazendo com que a casa entre em equilíbrio com o verde em volta.

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A privacidade dos seus habitantes é garantida pelo fato de a casa Hafner estar localizada próxima a uma floresta, que funciona, desse modo, como uma barreira natural ao olhar dos curiosos. Fonte Gecko Stickers.

Para uma decoração mais verde (10 dicas)

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Independentemente do estilo que prefere ou que predomina em casa, das peças que já possui ou daquelas que pensa vir a adquirir, uma decoração verde é uma questão de adaptação, pequenos gestos que não comprometem o estilo, mas protegem o planeta. Saiba como ser um decorador amigo do ambiente e transforme a sua casa num lar ecológico.

  1. Na escolha do chão, opte sempre pelo linóleo em detrimento do vinil – enquanto o primeiro é produzido com materiais naturais e renováveis, o segundo tem na sua base químicos sintéticos. E quem diz linóleo, diz betão polido, pedra, azulejos de vidro reciclado, cortiça, bambu, eucalipto, qualquer madeira reciclada ou ecologicamente sustentável.
  2. No que toca a decorar janelas, escolha estores produzidos com materiais naturais: bambu, algodão ou linho. O bambu, por exemplo, é extremamente fácil de cultivar e uma planta que cresce à velocidade da luz. Para além disso, os estores são um aliado poderoso no que toca a bloquear os raios solares o que, por sua vez, vai diminuir o consumo de ar condicionados durante o Verão.
  3. Utilize apenas tintas ecológicas. As tintas tradicionais contêm elevados níveis de compostos orgânicos voláteis (vapores e químicos) que, para além de serem nocivos para a saúde, contribuem para o aquecimento global. As tintas amigas do ambiente – biodegradáveis, recicladas e/ou feitas à base de leite – são menos tóxicas, mais naturais. Tudo isto também se aplica ao papel de parede.
  4. Antes de substituir velho mobiliário, pense nas diferentes formas que pode reciclar o mesmo – pintando de outra cor, substituindo pegas, forrando com um tecido novo, retirando portas, cortando pés ou pernas – mantendo-o assim na mesma ou até noutra divisão. Se vai comprar pela primeira vez, procure etiquetas que denunciam mobília produzida à base de materiais reciclados ou recursos sustentáveis, evitando aglomerados ou outros compostos de madeira que normalmente contêm químicos nocivos como o formaldeído. Em alternativa, não existe mobiliário mais verde do que o antigo ou o vintage.
  5. Evite todo e qualquer artigo que contenha PVC – caixas de arrumação, cestos, cortinas para a banheira, cadeiras… Para além de o PVC emitir substâncias cancerígenas que são prejudiciais para a saúde, não é um material biodegradável. Prefira a melamina, um plástico reciclado e muito eco-friendly.
  6. Dê uma lufada de ar fresco a qualquer divisão com plantas e flores frescas. Para além das cores e da vida que trazem consigo, a flora é responsável pelo filtro do ar, livrando-o de químicos tóxicos. Aposte nas palmeiras, fetos, filodendros, clorofitos e gerberas para respirar melhor dentro de casa.
  7. Os tapetes e carpetes que cobrem o chão da sua casa também podem estar a poluir o ambiente, ora com os seus corantes químicos, ora com os tratamentos anti-nódoas ou até mesmo o seu reverso, revestido com material antiderrapante e muitas vezes altamente tóxico. Escolha andar sobre tapetes reciclados, compostos por fibras naturais (lã ou algodão orgânico), sisal, ervas marinhas ou fibra de coco.
  8. Sabia que para além de viver verde, também pode dormir verde? Na compra do próximo colchão, escolha um modelo feito de lã ou látex natural. Depois, continue na onda com o uso de lençóis fabricados com algodão ou linho orgânicos – cultivados de forma responsável, reduzem também o risco de alergias.
  9. Actualmente, não é difícil encontrar mil e um objectos de design inovadores e reciclados para decorar, com muito estilo, cada canto da sua casa. A começar com velas e têxteis-lar orgânicos, passando porpoufs confeccionados a partir de pneus reciclados; ou ainda taças em bambu; cortinas e almofadas em cortiça… divirta-se a descobrir tesouros novos e grandes amigos do ambiente.
  10. Viver verde lá fora é igualmente importante. Se o seu jardim não sobrevive sem litros e litros de fertilizantes, pesticidas, herbicidas e água, considere deixar a sua atual vegetação morrer e substitui-la por musgo ou algo que lhe permita poupar água como tomilho rastejante, trevos ou qualquer relva que seja nativa do seu local de residência e, por isso mesmo, adequada ao clima da região. Se tiver espaço, plante uma ou mais árvores no jardim – para além de criarem habitats naturais, as árvores ajudam a arrefecer e a proteger a casa. Fonte Eu Decoro.

32 ideias e atitudes para uma vida sustentável

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A separação do lixo reciclável em casa e o abandono do uso de sacolas plásticas descartáveis no supermercado são as primeiras, mas não as únicas, medidas de consciência ecológica. Existem muitas iniciativas simples, e de baixo custo, na construção, na decoração e no paisagismo, que contribuem para a preservação do meio ambiente, confira:

1- Há um movimento mundial pelo reuso do que temos em casa ou do que é descartado por empresas ou outras pessoas. Assim, um móvel que não serve mais para os pais pode ser útil na casa do filho. Com um novo olhar sobre os objetos, é possível descobrir outros. Basta uma pintura ou um tecido novo para as peças ganharem destaque na decô.

2 – O improviso é bacana. As caixas de frutas e legumes, jogadas no lixo de entrepostos e supermercados, podem ser empilhadas e virar uma estante para guardar livros. Há anos na Europa, os paletes de madeira, usados para o transporte de máquinas e eletrodomésticos, são aproveitados na produção de mobiliário e pisos. A ideia já tem vários adeptos no Brasil.

3 – Um freio no consumismo. Outro movimento que ganha força entre arquitetos e designers é o low-tech, em oposição ao high-tech. Nada de trocar a geladeira ou outro eletro em uso somente porque lançaram um modelo novo. Se não tem um, vale pegar os aparelhos que estão velhos para outras pessoas, mas ainda funcionam. Mas fique de olho: se for muito antigo, pode consumir energia demais. Melhor usar como armário ou bar na sala. Dá um ar vintage ou retrô ao ambiente.

4 – Reaproveite embalagens. Caixas de papelão, latas de chá e de leite em pó e vidros de geleia esvaziados podem ser muito úteis. Para organizar fotos ou peças de roupa pequenas no quarto, use as caixas forradas com tecido ou papel. No escritório, as latas pintadas ou revestidas servem de porta-lápis ou porta-treco. Os vidros viram vasinhos para decorar as mesas nas festas. Até uma lata grande de tinta tem potencial para ser um banco com assento estofado.

5 – Do tempo da vovó. Nada aquece mais a alma e o corpo do que uma boa manta de patchwork feita com retalhos de tecidos até mesmo aproveitados de roupas em desuso. Além de cobrir o sofá ou a cama, podem ser adaptadas como belas cortinas ou revestir paredes. Vale fazer o mesmo com restos de tapetes. Mesmo de estilos e cores diferentes, rendem um moderno modelo.

6 – Na falta de móveis herdados de família, recorra a lojas de usados ou entidades beneficentes que recebem doações. Lá dá para comprar peças de época, com design clássico e moderno, a bons preços. Alguns desses locais oferecem o serviço de restauro. Mas também é interessante usar móveis detonados, com a marca do passado e de sua história.

7 – Existe um teste chamado pegada ecológica no site da WWF (www.wwf.org.br) que determina se a pessoa é consciente pela quantidade de metros quadrados que ela utiliza para morar. Leva em conta que se cada um habitar uma grande casa, não haverá lugar para todos no planeta. “De acordo com essa premissa, um espaço multiuso é uma atitude sustentável”, segundo o arquiteto Gustavo Calazans.

8 – Compre a produção local. De modo geral, as verduras e as frutas disponíveis nos supermercados viajam longas distâncias até chegar a seu destino final. Imagine a emissão de gás carbônico decorrente dessas longas travessias. Em relação aos produtos importados, prefira os transportados por navio, que causa cinco vezes menos impacto na emissão de poluentes em comparação ao frete rodoviário. Logo, ir à feira é uma atitude sustentável.

9 – Na reforma de apartamentos, a demolição de paredes para eliminar o excesso de cômodos integra os ambientes. Além da amplitude, isso melhora a circulação de ar, o que deixa o clima mais fresco no verão, e proporciona maior insolação, aquecendo os ambientes no inverno. “Assim não é necessário instalar sistemas de aquecimento ou de ar-condicionado, minimizando o consumo energético”, diz Calazans.

10 – Em grandes cidades, como São Paulo, os centros têm prédios de apartamentos antigos, incríveis e históricos, abandonados por falta de interesse imobiliário. Para um desenvolvimento urbano sustentável, arquitetos defendem a realização do retrofit nesses edifícios para que voltem a ser habitados em vez de se continuar a construir novos prédios. O princípio do retrofit é restaurar as fachadas e adequar os espaços internos às necessidades atuais, como nova instalação elétrica e hidráulica e acesso à internet.

11 – Em reforma, o reaproveitamento de revestimentos evita a geração de entulhos, que precisam de caçamba para ser removidos, encarecendo a obra. Muitas vezes, esses resíduos são lançados em rios e córregos da cidade, o que causa enchentes. Por isso, o ideal é restaurar os tacos, que costumam ser de madeira nobre. É melhor do que comprar um assoalho, cuja origem pode ser de florestas devastadas ilegalmente. No caso dos azulejos e pisos cerâmicos, em vez de removê-los, aplique em cima um novo acabamento.

12 – Os móveis de madeira maciça e nobre estão virando artigos de luxo ou de antiquário. A marcenaria caminha para o uso apenas de matéria-prima feita de compostos madeirados, tipo MDF, na fabricação de mobiliário, que será apenas revestido com folhas das madeiras nobres.

13 – Mesmo o tronco de árvore derrubada por tempestade pode ter melhor aproveitamento do que virar somente a base de uma mesa. “Recortado em pranchas ou ripas, rende muitos móveis, projetados com o dimensionamento mais adequado da madeira”, na opinião dos arquitetos Marcelo Ferraz e Francisco Fanucchi, da Marcenaria Baraúna.

14 – Há uma retomada pelos revestimentos simples, como piso de cimento e de ladrilhos hidráulicos, que são materiais de baixo impacto ambiental. Não consomem energia na produção, porque não são queimados em fornos. “O melhor cimento é o CP III, que emite menos poluentes porque é feito 70% de resíduos de siderúrgicas”, diz a arquiteta Adriana Yazbek. Outras opções sustentáveis são os pisos de bambu e de madeira de origem certificada.

15 – As grandes janelas ou panos de vidro, fechando os vãos entre os pilares da estrutura das construções, garantem a entrada de grande quantidade de luz natural nos interiores, dispensando acender lâmpadas durante o dia. Para iluminar o centro da casa, a solução está nas claraboias.

16 – Para a iluminação artificial, existem as lâmpadas de baixo consumo de energia elétrica, como as fluorescentes. Atualmente, há modelos que emitem luz de tom amarelado, mais aconchegante para salas e quartos. Outra opção é a luz de led, que consome dez vezes menos energia do que, por exemplo, as lâmpadas dicroicas.

17 – A ventilação cruzada nos ambientes evita o uso de aparelho de ar-condicionado. Para obtê-la, é necessário ter janelas em paredes opostas, de preferência uma em frente à outra. O modelo basculante é útil porque pode ficar aberto mesmo nos dias de chuva.

18 – Nos últimos anos, a produção de placas de captação de energia solar cresceu 19% no Brasil, segundo a Abrava, Associação Brasileira de Refrigeração, Ar-condicionado, Ventilação
e Aquecimento. Isso levou à redução do preço
do produto. Na Soletrol, um sistema de aquecimento solar para quatro banhos diários custa
R$ 1.400 e representa economia de 2 mil kW/h no consumo de energia elétrica por ano. Estima-se que haja 250 mil aquecedores solares instalados em lares brasileiros.

19 – Quem mora em casa pode instalar um sistema de captação de água de chuva por calhas e tubulações para ser armazenada em caixa com tampa ou cisterna enterrada no terreno. Sem tratamento, o líquido é canalizado para as caixas de descargas no banheiro e para as torneiras da área externa usadas na irrigação do jardim. Há kits pré-montados com reservatório – de 100 a 300 litros de capacidade – à venda nas lojas de material de construção.

20 – Cada um pode contribuir para aumentar as áreas com vegetação na cidade. Na construção ou reforma da casa, o telhado tradicional pode ser substituído pelo teto verde. Empresas especializadas, como a Ecotelhado, fazem a instalação das coberturas com terra, grama, sistemas de irrigação e drenagem em lajes. Além de melhorar o clima na cidade, deixa agradável a temperatura nos ambientes.

21 – Os aparelhos eletrônicos, como TV e carregadores de celulares, não devem ficar o tempo todo plugados nas tomadas porque consomem energia mesmo quando não estão sendo usados. Para economizar eletricidade, dispense os acessórios de cozinha de pouca utilidade no dia a dia, como facas elétricas e processadores de alimentos.

22 – Não precisa morar em casa para cultivar plantas. Em apartamento, dá para ter espécies em um painel na parede, como os criados pela paisagista Gica Mesiara, da Quadro Vivo. “Estudos mostram que áreas de 12 m² com plantas já influenciam no microclima: atraem pássaros, diminuem o calor em até 4ºC, melhoram a oxigenação do ar e reduzem a poluição sonora”, diz ela.

23 – Há diversas tecnologias modernas de adubação e de aplicação de defensivos orgânicos para proteger as plantas, oferecidas por empresas como a EcoJardim. Na irrigação, os equipamentos garantem a utilização racional da água, em benefício da preservação dos recursos naturais do planeta.

24 – As calçadas devem ser drenantes para que a água de chuva retorne aos mananciais. Para isso, deve-se evitar a aplicação de massa de cimento e de cerâmica entre os canteiros do jardim. O melhor caminho é espalhar pedriscos ou pôr pedras sobre uma base de areia diretamente no solo. Outra opção é colocar dormentes, descartados por estradas de ferro, ou cruzetas de postes antigos de eletricidade.

25 –Escolha os vasos de materiais naturais, como barro, cerâmica e madeira. São mais duráveis e menos ofensivos ao meio ambiente do que os feitos de compostos plásticos.

26 – Prefira espécies nacionais. As plantas nativas já são adaptadas às condições climáticas do país. Além de exigir menos cuidados, cultivá-las contribui para a preservação da flora brasileira. Algumas sugestões de árvores: jatobá, pitangueira, jabuticabeira, ipê, uvaia e cupuaçu.

27 – Não tem coisa melhor do que comer hortaliças e legumes da própria horta. A principal vantagem é que os alimentos ficam livres de agrotóxicos. Para ter uma em casa, siga as instruções: as plantas de raízes são cultivadas em vasos ou canteiros de 20 cm de profundidade. Já as folhas, mais a abobrinha e o tomate precisam apenas de 15 cm.

28 – Assim como o lixo reciclável, os resíduos orgânicos podem ser aproveitados. Com a técnica da compostagem, dá para produzir adubo orgânico em casa para o canteiro de ervas. Separe cascas de frutas e legumes em um recipiente com tampa (não coloque grãos ou restos de comida, que causam mau cheiro e propagam insetos). Por cima, coloque
uma camada fina de serragem. Depois de cheio, deixe apurar por quatro meses, longe de lugares úmidos.

29 – Evite combater as pragas do jardim com fumo, que não é ecológico.
A agrônoma Marília Lima sugere outra receita caseira: bata no liquidificador 100 g de alho e a mesma quantidade de pimenta-do-reino. Ponha a mistura em garrafa escura com 1 litro de álcool e deixe curtir por
sete dias. Dilua 100 ml a cada 10 litros de água com uma colher de chá de detergente neutro. Pulverize na planta.

30 – Mesmo nas metrópoles, é possível receber a visita de pássaros. Para atraí-los, basta colocar um comedouro com frutas frescas, alpiste e sementes de girassol na varanda ou no terraço. Árvores como a amoreira ou a flor de hibisco causam o mesmo efeito. Lembre-se também de trocar a água todos os dias e jamais acrescente açúcar ou mel.

31 – Já existem vários materiais de construção fabricados com lixo reciclado.
O mais conhecido é a telha ondulada da Ecotop. A peça é produzida a partir da moagem e prensagem de tubos de creme dental, que são compostos de alumínio e plástico. São mais duráveis e resistentes do que a de outros materiais, além de reduzirem o volume de detritos lançados em aterros sanitários.

32 – A decoração pode agredir menos a natureza. Há muitas opções de tecidos naturais, como algodão, linho e seda, para confeccionar cortinas e revestir estofados. Na pintura da casa, podem ser usadas as tintas ecológicas à base de terra, como as da marca Solum, que possui uma cartela de 15 cores. Ou, ainda, vale recorrer à velha e boa pintura com cal.

Inovação e sustentabilidade dão destaque à Linha DNA da Todeschini

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A Todeschini foi além da estética ao criar os produtos da Coleção Identidade. Inovação e sustentabilidade, aplicadas às frentes da Linha DNA, dão o tom: inspiração no reaproveitamento de materiais apresentam como resultados peças inéditas. As frentes – utilizadas em portas e gavetas de flexíveis – ganham design exclusivo, formado pela sobreposição do material.

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Grande aposta da marca para essa coleção, a Linha DNA recebe acabamento acetinado nas cores turquesa, fendi, tomate e ônix. O conceito de versatilidade também está ligado às peças exclusivas da Todeschini. Além da pintura em alto brilho, padrões madeirados possibilitam diversas combinações, agregando cores e originalidade aos ambientes.

Centro de Acabamento Todeschini

Todeschini apresenta Centro de Acabamento com sistema de pintura encontrado nas melhores marcas da Itália.

A Todeschini abre as portas da sua fábrica em Bento Gonçalves durante a Casa Brasil e apresenta, em primeira mão em um evento exclusivo, seu novo Centro de Acabamento. Para oferecer a qualidade em pintura de mobiliário encontrada nas melhores marcas da Itália, a empresa investiu R$ 12 milhões.

Com tecnologia de ponta, o maquinário, o processo de manufatura e a qualidade dos insumos utilizados, resultam numa pintura em alto brilho com acabamento impecável. Ainda, o Centro de Acabamento apresenta-se preparado para trabalhar diversos materiais, e foi concebido inclusive com a preocupação de não agredir o meio ambiente.

A nova pintura alto brilho faz parte do lançamento mais recente da Todeschini, a Coleção Vida, que foi desenvolvida com inspiração no design escandinavo e se traduz no “estar de bem com a vida” associado às sensações que os ambientes provocam nas pessoas. A luminosidade e o despojamento, alcançado através do uso das cores, são alguns dos traços desta Coleção, que poderá ser conferida de perto pelos visitantes no estande da marca durante a Casa Brasil.

Todeschini – Prêmio Mérito Ambiental

todeschini-meio-ambienteA Todeschini recebeu o Prêmio Mérito Ambiental Henrique Luiz Roessler, realizado pela Revista Ecologia & Meio Ambiente com apoio da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA), da Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luiz Roessler (FEPAM) e da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (FAMURS). Além do reconhecimento a empresas, gestores e personalidades que se destacam pelo desenvolvimento de ações ambientalmente corretas, também são laureadas as iniciativas de responsabilidade socioambiental tanto nas atividades internas, como nas atividades junto às comunidades onde as mesmas atuam.

Todeschini reduz o consumo de mais de mil árvores somente em 2011

A Todeschini conseguiu reduzir, somente no ano passado, o consumo de mais de mil árvores, 100 mil KW de energia elétrica, 1,5 toneladas de ferro, 40 toneladas de papelão, 60 metros cúbicos de resíduos de MDP e MDF, 3 mil litros de diesel, 500 metros cúbicos de chapas de ferro e 100 mil folhas de papel, além de diminuir a emissão de mais de 90 toneladas de CO².

A fábrica de Bento Gonçalves (RS) foi a primeira empresa moveleira da América Latina oficialmente sustentável quando, em 2002, certificou-se junto ao Programa Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiental com as normas ISO 9001 e 14001.  Na última década, o consumo de água por funcionário foi reduzido em cerca de 37% mesmo com o crescimento contínuo da equipe – hoje formada por cerca de 700 pessoas. A economia chegou a 116 mil litros de água por pessoa. Nesse mesmo período, também houve redução de cerca de 17% na geração de resíduos perigosos e de aproximadamente 12% na geração de resíduos de madeira.

Dia Mundial do Meio Ambiente

A Todeschini ama mudar com você, e no Dia Mundial do Meio Ambiente enfatiza sua atitude ecológica de utilizar madeira 100% reflorestada. São intenções como essa que nos tornam cada vez mais conscientes de que oferecemos sempre o melhor para você e para o planeta. Mais importante do que mudar a nossa casa é mudar a nossa consciência. Faça sua parte e colabore para um universo melhor. Visite a Todeschini mais próxima de você.