10 ideias para cozinhas pequenas

A maior parte das construções atuais reserva um espaço muito limitado à cozinha. O jeito é planejá-la de maneira funcional ou até integrá-la à área social da casa. Se você sofre com metragens pequenas, aproveite as nossas sugestões.

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Tudo integrado. Essa é a proposta do apê de 43 m², que tem cozinha com piso de ladrilhos hidráulicos. A partir da sala, o destaque é o painel de bambu prensado com o elemento circular vazado, uma exigência de Fernanda Milani, arquiteta e proprietária.

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Com a demolição da parede entre a sala e a cozinha, os ambientes ficaram integrados. A bancada de concreto, com pintura de epóxi preto, e as prateleiras suspensas por cabos de aço dividem os espaços sem fechá-los. O projeto é assinado pelo SuperLimão Studio.

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A arquiteta Cinthia Liberatori, dona deste apê de 70 m², adora petits comités. Por isso, a cozinha se integra tão bem à casa. A sensação de que o espaço é maior também se deve aos móveis grandes. A longa mesa prova que mesmo espaços reduzidos podem proporcionar uma diversidade de bons momentos em casa.

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Nesta área, os armários da cozinha são de MDF com pintura branca. No lado voltado para a sala, são de marfim tingido de mel. No corredor de entrada, há um grande espelho horizontal que esconde a caixa de força. As ideias são das designers da In House Design Interiores.

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Repare na divisão esperta entre o piso de cumaru da sala e o de cerâmica da cozinha. Onde antes tinha uma parede, hoje existe uma faixa de pastilhas. Projeto da designer de interiores Lidia Damy Sita.

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Projetada por Fabiana Sá, a cozinha de aço inox e vidro acidato tem iluminação embutida. No apartamento de apenas 48 m², ocupa apenas essa faixa da parede e tem 3,62 m de largura.

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As cores e formas do piso de ladrilho hidráulico desenvolvido pela arquiteta Carolina Rocco contrastam com o visual clean da cozinha.

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Na reforma deste apê, realizada sob o comando do arquiteto Matheus Ribeiro, a parede que dividia a cozinha e a sala saiu de cena. Assim, a bancada da pia e os eletrodomésticos foram completamente integrados à área social.

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A bancada de alvenaria que dividia a cozinha da sala de estar no apê do arquiteto Alan Chu foi retirada. Em lugares diminutos, o uso de revestimentos menores, como as pastilhas, é uma boa opção. Eles chamam menos atenção.

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Na cozinha deste apê de 49 m², o balcão de alvenaria, concebido pela decoradora Lidia Damy Sita, limita a visão da pia e leva pastilhas lilases. O tampo é de madeira teca.

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O incrível apartamento de papel

Ter na casa um cômodo decorado com papel de parede está longe de ser uma anomalia. Possuir vários ambientes, cada um revestido com um papel de parede diferente, é mais raro – mas completamente plausível. Cobrir praticamente todas as paredes de um apartamento com uma colagem composta por quase 3 mil folhas de papel tamanho A4, de cores e motivos os mais diversos, é outra história, completamente.

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É impossível permanecer indiferente ao “apartamento de papel” do designer Doug Meyer, localizado no coração do bairro do Chelsea, em Nova York. Já ao passar pela porta de entrada, o visitante é surpreendido ao se deparar com paredes e mais paredes recobertas com combinações de cores que não se repetem em nenhum momento.

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A ideia surgiu uma noite, enquanto Doug desenhava estampas no computador e as imprimia em folhas de papel colorido. Divertindo-se com o resultado, ele decidiu pendurá-las na parede de seu quarto. Quando seu irmão e sócio na loja de moda e decoração Doug & Gene Meyer, Gene, veio visitá-lo alguns dias depois, sugeriu, como quem não quer nada: “Por que não transformamos isso em um projeto?”. Doug levou a brincadeira a sério.

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Doug e Gene confessam ter uma paixão pela colagem. Já o gosto pela decoração vem da infância. Quando crianças, em Louisville, Kentucky, a mãe permitia que eles reformassem os quartos a cada dois anos. Gene ainda se recorda de, literalmente, destruir a decoração feita pelo designer de interiores de seus pais e colar pôsteres psicodélicos de Peter Max nas paredes e no teto.

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Várias décadas e muitas folhas de papel depois, o apartamento de Doug recebe a nova experiência dos inquietos irmãos. Ao final do projeto, bastou pendurar as obras de arte que já existiam na residência, como o silk screen de Marilyn Monroe, de Andy Warhol, as fotos de Cindy Sherman e Richard Avedon e as pinturas de Nancy Lorenz e Philip Taaffe. A maior parte dos móveis já pertencia ao apartamento; o restante foi adquirido no site dos próprios irmãos, que comercializa objetos para a casa e acessórios de moda. Fonte: Casa Vogue.

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